Postado em 19 de janeiro de 2026 por sn-admin

A arquitetura residencial está passando por uma de suas transformações mais significativas da última década. Esqueça a divisão tradicional de sala, cozinha e quartos; o novo protagonista das plantas modernas é o “Espaço de Bem-Estar” (ou Wellness Room).
Este cômodo não nasce de uma necessidade de armazenamento ou utilidade técnica, mas sim de uma demanda psicológica por silêncio e desconexão em um mundo hiperconectado.
O Que Define Esse Novo Cômodo?
Diferente de um escritório (voltado à produtividade) ou de uma sala de TV (voltada ao entretenimento passivo), o espaço de descompressão é projetado para:
Práticas de Mindfulness: Meditação, ioga ou exercícios de respiração.
Hobby e Criatividade: Pintura, leitura ou jardinagem interna (urban jungle).
Isolamento Sensorial: Ambientes com iluminação dimerizável, isolamento acústico reforçado e ausência de telas.
Por que agora?
A tendência reflete a consolidação do modelo de vida híbrido. Com o trabalho invadindo o lar via home office, a casa deixou de ser apenas o lugar de descanso e passou a ser o escritório. Para equilibrar essa balança, os moradores sentiram a necessidade de criar uma “fronteira física” para o relaxamento.
“A casa moderna não é mais apenas um abrigo, mas um ecossistema de saúde mental,” afirmam especialistas em design de interiores.
Características Principais da Tendência
Para quem deseja adaptar essa ideia, os projetos de 2026 têm focado em três pilares:
Biofilia: Uso intenso de plantas e luz natural para reduzir os níveis de cortisol.
Minimalismo Sensorial: Cores neutras, texturas naturais (como madeira e linho) e poucos objetos decorativos para evitar a sobrecarga visual.
Flexibilidade: Móveis baixos e modulares que permitem que o espaço se transforme conforme o estado de espírito do morador.
Fonte: Exame

