Refúgio australiano: como a casa em Pomona redefine a integração com a natureza

Postado em 30 de abril de 2026 por

Localizada na pitoresca região de Pomona, na Austrália, a mais recente obra do escritório Hive Architecture é um exemplo magistral de como a arquitetura residencial pode coexistir em harmonia com uma topografia desafiadora e uma paisagem exuberante. Concluída em 2026, a residência de 355 m² não é apenas uma casa, mas uma resposta estrutural ao seu entorno.

O Conceito: Diálogo com a Paisagem

A “Casa em Pomona” foi projetada para maximizar a conexão visual e física com o exterior. O uso de grandes aberturas e materiais que evocam a crueza e a elegância da natureza — como madeira aparente e vigas metálicas — permite que a luz natural inunde os espaços internos, criando um jogo de luz e sombra que muda ao longo do dia.

Estrutura Exposta: O projeto destaca elementos estruturais, como vigas de madeira e metal, que além de sua função técnica, tornam-se parte da identidade visual da casa.

Transparência: As amplas superfícies envidraçadas garantem que, mesmo de dentro dos dormitórios ou da cozinha, a floresta circundante seja a protagonista.

Funcionalidade e Estética

O design de interiores, capturado pelas lentes de Cam Murchison, revela uma curadoria cuidadosa de mobiliário e acabamentos que priorizam o conforto sem sacrificar o minimalismo.

Área Social: A cozinha e as áreas de estar são integradas, facilitando o convívio e a ventilação cruzada, essencial para o clima australiano.

Sustentabilidade: Embora o projeto foque na estética, a orientação solar e a escolha de materiais duráveis refletem uma preocupação contemporânea com a eficiência energética e a longevidade da construção.

Ficha Técnica

Projeto: Casa em Pomona

Escritório: Hive Architecture

Localização: Pomona, Austrália

Ano de Conclusão: 2026

Área Construída: 355 m²

Esta residência consolida a Hive Architecture como uma referência em arquitetura residencial que respeita a identidade local enquanto propõe uma linguagem moderna e acolhedora.

Fonte: Archdaily